Rui Costa confirma saída da Casa Civil e destaca transição planejada no governo
Ministro afirma que deixará o cargo no fim de março para disputar o Senado e defende continuidade administrativa, legado de gestão e foco em resultados
Olho
“Dia 30 é o último dia de trabalho”, disse Rui Costa, ao associar sua saída da Casa Civil a um processo de transição institucional com balanço da gestão e passagem organizada de comando
Intertítulos
Saída da Casa Civil com discurso de continuidade
Ministro reforça perfil de gestor e articulador
Banco Master entra na entrevista sob chave institucional
Bahia e 2026 aparecem no horizonte político
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que deixará o cargo no fim de março para disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026 na Bahia. Em entrevista ao Jornal da Record da TV Record, nesta segunda-feira (23), Rui afirmou que a saída será acompanhada de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para apresentação de um balanço da gestão e formalização da transição. A declaração reforça a tentativa de associar sua saída a um processo institucional planejado, sem ruptura na coordenação do governo.
Ao longo da conversa, Rui Costa procurou destacar resultados administrativos e defender uma agenda voltada ao desenvolvimento, com ênfase em tecnologia, qualificação profissional e planejamento de longo prazo. Ao tratar do ambiente político e econômico, o ministro sustentou a necessidade de debates centrados em propostas e resultados, em vez de narrativas polarizadas.
Sobre o caso do Banco Master, Rui Costa afirmou que a apuração das irregularidades foi conduzida pelas instâncias responsáveis e buscou diferenciar o atual governo de decisões tomadas em administrações passadas. Na avaliação do ministro, a atuação dos órgãos de fiscalização permitiu enfrentar o problema e esclarecer responsabilidades.
No campo eleitoral, Rui Costa também demonstrou confiança ao comentar a disputa na Bahia. Ele rejeitou a ideia de desgaste do grupo político aliado ao PT e afirmou que a base governista chega competitiva para 2026. Com isso, procurou consolidar uma imagem de gestor experiente e liderança política ainda influente no cenário nacional e estadual.
Ministro aproveitou a entrevista para reforçar duas credenciais: a de articulador central do governo Lula e a de liderança política competitiva para a próxima eleição. Na entrevista, Rui procurou reforçar a imagem de gestor com experiência administrativa e foco em resultados. Ao falar de economia e desenvolvimento, defendeu mais investimento em tecnologia, qualificação profissional e planejamento de longo prazo para o país.
Sobre o Banco Master, o ministro afirmou que a apuração das irregularidades vem sendo conduzida pelas instâncias responsáveis e buscou afastar o atual governo da origem do problema. A avaliação dele é que o enfrentamento do caso mostra a boa atuação dos mecanismos de controle.
Com a saída da Casa Civil, Rui Costa tenta unir duas marcas numa só trajetória: a de articulador central do governo Lula e a de liderança política em movimento rumo às próximas eleições.
