Gestão de Sivaldo Albino em Garanhuns acumula polêmicas e investigações que refletem no futuro político da família Albino
A gestão do prefeito Sivaldo Albino, à frente da Prefeitura de Garanhuns, tem sido marcada por uma série de polêmicas, denúncias e questionamentos que vêm gerando repercussão política e jurídica no município do Agreste pernambucano.
Entre os episódios mais graves, está a recente decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco que autorizou a abertura de um inquérito policial contra o gestor. A investigação tem como base um episódio ocorrido em 2025, durante um evento público, quando o prefeito teria se envolvido em uma confusão com um vereador e outras pessoas presentes. Segundo a apuração, há indícios de ameaças, agressões físicas e até tentativa de impedir o registro de imagens por parte de um parlamentar no exercício da fiscalização. 
O caso ganhou ainda mais repercussão por envolver agentes públicos e ocorrer em um espaço aberto, levantando questionamentos sobre postura institucional e uso da estrutura de segurança vinculada à gestão municipal.
Outro ponto que tem gerado debate são denúncias que circulam no meio político e nas redes sociais envolvendo possível prática de nepotismo. Relatos apontam para a presença de familiares do prefeito em funções dentro da gestão, o que, embora ainda careça de apuração oficial mais aprofundada, levanta dúvidas sobre o cumprimento dos princípios da administração pública, como impessoalidade e moralidade.
Também surgiram críticas relacionadas à condução administrativa e política do governo municipal, incluindo acusações de favorecimento, conflitos com adversários e episódios de tensão com representantes do legislativo local — o que evidencia um ambiente político conturbado na cidade.
Além disso, há menções a supostos episódios de perseguição política e disputas institucionais, com o próprio prefeito alegando ser alvo de ações externas, o que contribui para um cenário de instabilidade administrativa e política no município.
Apesar das denúncias e investigações, é importante ressaltar que, até o momento, não há condenação judicial contra o prefeito, prevalecendo o princípio da presunção de inocência. Os processos seguem em tramitação e devem esclarecer os fatos apontados.
Diante desse contexto, a gestão municipal segue sob forte escrutínio da população, órgãos de controle e do meio político, enquanto cresce a cobrança por transparência, equilíbrio institucional e foco na administração pública.
Também teve Auditoria do TCE por possível promoção pessoal (FIG)
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, a pedido do Ministério Público de Contas de Pernambuco, abriu auditoria especial para apurar possível irregularidade na gestão.
• Suspeita: uso de estrutura pública do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) para promoção pessoal do prefeito
• Fundamentação: possível violação do princípio da impessoalidade (art. 37 da Constituição)
• O gestor já havia recebido alerta prévio do TCE, mas mesmo assim participou de ato público no palco do evento
• Pode gerar: multa e outras sanções administrativas.
Fonte: Site do TCE-PE ⤵️
