Deputado Gilmar Júnior torna a música eletrônica patrimônio cultural imaterial de PernambucoResolução reconhece oficialmente a importância cultural, econômica e social do gênero musical

Deputado Gilmar Júnior torna a música eletrônica patrimônio cultural imaterial de PernambucoResolução reconhece oficialmente a importância cultural, econômica e social do gênero musical
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Nesta terça-feira (07), a música eletrônica passa a integrar oficialmente o patrimônio cultural imaterial de Pernambuco. A medida é resultado da Resolução nº 2.168, de autoria do deputado estadual Gilmar Júnior (PV), reconhecendo o gênero musical eletrônico como uma manifestação cultural de relevância para a identidade, economia criativa e desenvolvimento do estado.

O reconhecimento valoriza toda a cadeia produtiva da música eletrônica, formada por DJs, produtores musicais, músicos, técnicos de som e iluminação, fotógrafos, videomakers, promotores de eventos e diversos outros profissionais que movimentam o setor. Além de impulsionar a cultura, a atividade contribui para a geração de emprego e renda, fortalece o turismo e amplia as oportunidades para artistas pernambucanos.

A iniciativa surgiu a partir de dados do IMS Business Report apontam que a indústria global da música eletrônica movimenta mais de US$ 15 bilhões por ano. No Brasil, levantamentos da União Brasileira de Compositores (UBC) e da Brazil Music Conference demonstram o crescimento contínuo do segmento e o protagonismo do país na realização de festivais e na formação de artistas com reconhecimento internacional. Além da relevância econômica, pesquisas publicadas pela revista Music & Science e estudos desenvolvidos pela Universidade de Oxford e pela London School of Economics indicam que a participação em eventos de música eletrônica está associada à redução do estresse, ao aumento da sensação de bem-estar e ao fortalecimento do senso de pertencimento e das conexões sociais.

Para Gilmar Júnior, a iniciativa representa um importante avanço para a valorização da cultura contemporânea em Pernambuco. “Reconhecer a música eletrônica como patrimônio cultural é reconhecer a contribuição de milhares de profissionais que movimentam a economia, promovem cultura e levam o nome de Pernambuco para o mundo. Nessa perspectiva, nosso estado se une a São Paulo como os únicos estados que reconhecem essa potência cultural e econômica“, destacou o parlamentar.

Sérgio Xavier

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