Escola Municipal Governador Eduardo Campos conquista cofinanciamento do Governo Federal em projeto do CNPq
A Escola Municipal Governador Eduardo Campos (EMEC), em Lagoa Grande, conseguiu aprovação do projeto na Chamada Pública Pop Ciência CNPq/MCTI Nº 11/2025, realizada no âmbito da 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A proposta foi submetida pela gestora Ronilde Gonçalves e assegurou , com isso, financiamento do Governo Federal.
Intitulado “Águas de Resistência: Racismo Ambiental do Sertão ao Oceano”, o projeto fundamenta a realização da III Semana de Ciência e Tecnologia da EMEC. A iniciativa busca popularizar a ciência e a inovação tecnológica, despertando o interesse de jovens e da comunidade para a pesquisa científica.
Com caráter interdisciplinar e inclusivo, a proposta articula ciência, tecnologia e justiça socioambiental, promovendo atividades na escola e em outros espaços educativos do município. As ações contemplarão comunidades rurais, indígenas, quilombolas e periféricas.
A secretária municipal de Educação, Joseilde Paulino, destacou a relevância da conquista para a rede municipal e para a qualificação e valorização do ensino.
“Esse projeto reafirma a qualidade da nossa educação e o compromisso da gestão da prefeita Catharina Garziera em incentivar iniciativas que dialoguem com a realidade dos estudantes. A aprovação pelo CNPq mostra que Lagoa Grande está no caminho certo, investindo em ciência, inovação e inclusão social”, declarou.
Para a prefeita Catharina Garziera, o resultado reflete o esforço conjunto da comunidade escolar e da gestão municipal na busca pelo melhor ensino e aprendizado em toda a rede.
“É um orgulho para Lagoa Grande ver uma escola da nossa rede sendo reconhecida nacionalmente. Isso demonstra que, quando unimos dedicação, conhecimento e apoio institucional, conseguimos transformar a vida dos estudantes e abrir novas perspectivas para o futuro”, enfatizou a prefeita.
Segundo a Seduc, a proposta está em sintonia com o tema do ano letivo, “Educação em Movimento: Caminhos para uma Aprendizagem que Transforma”, consolidando-se como um marco para a educação local ao enfrentar desigualdades históricas e valorizar saberes diversos. “Além de incentivar o protagonismo estudantil”, concluiu a secretária Joseilde Paulino.
